SEGUNDO DIA
Depois do café da manhã, fomos conhecer os diversos ateliês espalhados pela cidade (são mais de vinte). O primeiro que nós paramos foi o de “Suenaga e Jardineiro”.


No ateliê, geralmente em feriados nacionais, ocorre a Abertura de Fornada. O evento é gratuito e mostra um momento muito especial, que é a retirada das peças de cerâmica das câmaras após queima e esfriamento lento de 3 dias. Infelizmente não participamos do evento, pois o mesmo ocorreu um dia antes de nossa chegada em Cunha, mas deve ser uma ótima experiência! Acesse o site para saber as datas das próximas aberturas.
Acho que conhecemos mais da metade dos ateliês presentes em Cunha. Foi um passeio muito interessante, em alguns deles recebemos uma verdadeira aula de como as peças são produzidas. É muito bacana observar as diferenças técnicas e estéticas de cada artista.
Os ateliês que mais gostamos foram: Suenaga e Jardineiro, Clélia Jardineiro, Carvalho Cerâmica, Cristiano e Sandra Quirino e Atelier Gallery Tokai.
Clique Aqui para imprimir o roteiro dos ateliês de cerâmica de Cunha e Aqui para saber o tipo de trabalho de cada um.
Já se passava das 13h quando resolvemos almoçar. Tinha visto um restaurante bem simpático, chamado Drão, ao lado do ateliê de Clélia Jardineiro e resolvemos conhecer.
Como estava bem quente, escolhemos uma mesa na varanda.



Como a maioria dos ateliês fica pertinho um do outro, a visita foi mais rápida do que eu imaginei, então decidimos fazer um passeio que tinha planejado para o dia seguinte: trilha no Parque Estadual da Serra do Mar – Núcleo Cunha.
Pegamos a Rodovia Cunha-Paraty (sentido Paraty) até o km 56,5. Entramos à direita em uma estradinha de terra. Quando estávamos ainda no início do caminho me lembrei: até o parque são “apenas” 20km (de terra, em boas condições) e o mesmo fecha às 17h, sendo que a trilha que faríamos tinha duração de aproximadamente 1 hora. Já eram umas 14:30h, poderíamos voltar, mas resolvemos tentar a sorte (confesso que ficamos apreensivos o caminho todo… rs).
Chegamos na portaria do parque às 15:30h, aproximadamente. É gratuito e tem estacionamento interno (só tinha 1 carro estacionado lá rs).
Tem um centro de visitantes com informações sobre as trilhas, onde ficam os monitores. Como não tínhamos muito tempo, só fomos ao banheiro e partimos para a trilha.
Fizemos a Trilha do Rio Paraibuna que é bem tranquila e é autoguiada. Não é necessário agendamento prévio.
Logo no início da trilha já se tem essa vista maravilhosa:


Fizemos a trilha em cerca de 50 minutos, ela é circular e a saída é bem próxima à entrada, então não foi necessário voltar. Foi um final de tarde bem gostoso, o parque é muito bonito! Numa próxima oportunidade voltaremos com um tempo maior para curtir mais o local e fazer as outras trilhas.
Para mais informações sobre as trilhas e o parque, clique aqui.
Voltamos para a pousada, descansamos um pouco e depois fomos jantar no mesmo restaurante que fomos na noite que chegamos em Cunha. Na praça da igreja tinha uma doceria e terminamos a noite comendo um docinho por lá. Afinal, tínhamos que recuperar as calorias gastas na trilha, não é?! rs.
… CONTINUA
Amiga, adorando acompanhar essa viagem.
Bjo
renovandoacasasempre.blogspot.com.br
Oi amiga, muito feliz que está curtindo!! 😀
Beijo
Angel, como você conseguiu se controlar com tanta coisa legal nesses ateliês??
Menina, foi muuuito difícil, sério!
Em alguns até que foi fácil ($$$$ rsrs), mas tinha um, o da Clélia Jardineiro, que tinha peças mais acessíveis. Ela não queima em forno Noborigama, mas gostei da técnica e estilo dela! Compramos um pratinho lá para colocar na parede, mas queria muitos outros… rs.